Salloma Salomão
Artista, educador e pesquisador da cultura afro-brasileira
Trailer Muxima Kumbi
Próximos Eventos
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02 e 06 de FevereiroFormação para Educadoras – Escola Municipal de Iniciação ArtísticaTema: Culturas negras e ativismo neopentecostal na escola.
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Fevereiro a DezembroDogma Churrasquinho - Espetáculo contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro (Edital Zé Renato – SP).Texto: Vitor Nóvoa | Direção: Maria Thais.
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MarçoSarau Aruanda Mundi – Lançamento - Encontros trimestrais de poesia, música e artes visuais.Apoio à campanha da Associação Brasileira de Artistas do Mundo Digital (ADRAMD).
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MarçoOficina Teatro Negro - Carga horária: 10hLocal: Galpão de Folias
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MarçoFormação Continuada – YaoLocal: SESC Vila Mariana
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AbrilLançamento do Livro 2 - Pretos, Prussianos, Índios e CaipirasArte: Cassimano Nanau | Prefácio: Adriana Couto.
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MaioVideoclipe – “Alegria do Cacau”Álbum Quaresma Festeira
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MaioLançamento Álbum – Quaresma FesteiraProdução: Salloma Salomão | Arranjos: Fabio Sá.
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MaioParticipação – Missa dos Quilombos - Show de Milton NascimentoDireção: Glauber Miranda.
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JunhoShow de Lançamento – Quaresma FesteiraConvidada: Mai Sato
Biotrajetórias
O “afro caipira” Salomão Jovino da Silva nasce em Passos, Minas Gerais, em 1961, e ganha ainda menino o apelido de Salloma, nome que soa afeto e vizinhança. Na infância, entre a família e o irmão Jansen, abre-se à música, à arte e à consciência racial. Aos 9 anos canta, aos 18 compõe, e em 1979 sua participação em um festival o convence a seguir criando. Em São Paulo, forma família, banda, compra flauta, mas aprende que a música não paga o pão. Vira muitos: artesão, alfaiate, educador, costureiro, professor na FEBEM. Na política cultural dos anos Erundina,descobre a prática como escola de pensamento. O racismo e a desigualdade o empurram a estudar: decide ser doutor e escolhe a História. Faz da aula, da pesquisa e da criação artística seu modo de existir no mundo. Grava discos, escreve, orienta coletivos, mistura teatro e música. Entre prêmios e palcos, segue afetando e sendo afetado por sua sensibilidade.
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Formato: Digital/Físico
Gravadora: Aruanda Mundi
Bibliografia
Produção Bibliográfica
Panorama da obra literária e acadêmica
Teatralidades
Ao longo de sua carreira, tem se dedicado não apenas como intérprete, mas também como dramaturgo, diretor musical e criador de trilhas sonoras que dialogam com as mais diversas linguagens cênicas.
Suas participações em montagens como "Transe – Ato 1", "Gota D'água Preta" e "A Fuzarca dos Descalços" demonstram um compromisso artístico que vai além da performance, abraçando a responsabilidade de dar voz às narrativas marginalizadas e de questionar as estruturas sociais através da arte teatral.
Como dramaturgo, Salloma desenvolve textos que entrelaçam a música, a poesia e a crítica social, criando espetáculos que funcionam como pontes entre o público e reflexões sobre identidade, resistência e memória coletiva. Sua obra teatral é um testemunho vivo da potência transformadora das artes cênicas.